No kompasso do tempo/ Tudo muda em torno de nós/ a gente esquece do rosto, a gente não se lembra mais da voz./Quando o koração/Bate mais forte no peito, então:/A lição do tempo é que nem sempre é esse o grande momento! Esquecemos as paixões, o seus tormentos/Kom o tempo tudo vira poeira que vai ao vento/ O amor é uma kanção/ Alguém que chega na madrugada/ Quando o dia amanhece o amor se vai sem dizer nada!/ Assim as koizas vem, assim as koizas vão./Vão e vem nunka em vão/Assim as koizas vem assim as koizas são/ Vão e vem, nunka em vão/As horas vão. Meu koração bate no tempo/No tic-tac desse momento.
Escrito por Paulo de Tharso às 11h20
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