A Bela e o bêbado equilibrista.
No meio do theatro-bar ruidoso, entre os brothers kaktus, por um momento o deserto vira oásis. Meus olhos vidrados, são nêutrons formando um dubleto com os prótons dela. Minha musa, minha vida, meu amor, e se ela quiser...Minha ruína! Mas isso, eu sei, ela não quer.
Escrito por Paulo de Tharso às 10h50
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É assim
O táxi subiu a rua, atravessou o Largo do Arouche, entrou pelo eskuro, na linha horizontal de sempre e desembokou no centro eskuro. Rodava suavemente no asfalto negro. De kada lado das ruas eskuras, bares iluminados. Dentro de mim, um obskuro desejo de morte. Eu akabava de sair da estréia da Louka de Chaillot. Transe, náusea, delírio em mar aberto! Céu e inferno. O Pinduka viu. Perguntem pra ele!
Escrito por Paulo de Tharso às 16h47
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