Rekomeçar...
...E deixar quieto o que não pode ser. Pode não ser essa gravata o que sufoka. E o livro sábio deixa em branko o que não é. Deixar quieto o que não pode ser. Sem gritos, sem medos, sem travas. Kaminhar dentro da noite eskura, e encher o peito de ar. Esvaziar o kopo. Tentar levantar e não morrer de tédio ou de bar. Um dia de kada vez. Uma vez por dia.
Escrito por Paulo de Tharso às 12h59
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