O Félix sumiu
O Félix sumiu.
Era tarde da noite. A lua ia alta. Ele me olhou de viés e ronronou algo que não kompreendi. Depois, deu uma lambida num resto ínfimo de branka que fikara sobre a mesa, e kom a pata direita, deu um tapa no maço amassado de catallboro e saiu. Uns, dizem que ele perambulava no átrio da igreja da Consolação. Outros, que viram sua kabeça rolar do patíbulo da praça dos kães. Pauvre chat! Il n´a plus supporté vivre avec moi.
Escrito por Paulo de Tharso às 16h40
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