Eskrevendo kom k.
Tenho talentos, é verdade.
Mas não posso espalhar o meu úniko tesouro.
Kanto o kanto da katedral,
A melodia infernal
Do universo em desenkanto.
Avio remédios para quem, komo eu,
A plenos pulmões não respira direito.
Eskrevo em pé;
Primeiro no papel
Depois, kom-pu-ta-dor,
Faço o resto.
Querem kantos negros ?
Eu os ofereço em pequenas doses diárias de kachaça,
que você puder pagar.
Meu koração, reparto kom meus amigos.
O meu maior talento
É chorar baixinho
Ouvindo a voz de Marcelo Montenegro
Recitando, quase komo uma oração,
Seu Melodrama Blues
Ao som da guitarra de Fábio Brum
Kom saudades do sorriso da menina Marisa.
Escrito por Paulo de Tharso às 16h24
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|